Uber muda política interna para episódios de assédio sexual

No regulamento antigo, a Uber levava o caso à Justiça, mas todo o processo ocorria de forma sigilosa, para proteger os envolvidos.

A Uber realizou uma mudança importante com relação à abordagem em casos de assédio sexual dentro da companhia. A empresa de aplicativo de transporte excluiu o termo de confidencialidade que impedia as vítimas de levarem o caso para fora da esfera privada. O movimento ocorre após uma das funcionárias contar ao The New York Times sobre os regulamentos da empresa.

No regulamento antigo, a Uber levava o caso à Justiça, mas todo o processo ocorria de forma sigilosa, para proteger os envolvidos. Agora, as vítimas terão a liberdade e autonomia de denunciar o assédio sexual.

Antes da Uber decidir pelo fim da política, um senador e quatorze mulheres enviaram uma carta aberta ao CEO Dara Khonsrowshahi pedindo a exclusão do termo de confidencialidade. A nova medida vale para passageiros, motoristas e funcionários da empresa que sejam atingidos por este tipo de crime no futuro.

Para Tony West, diretor jurídico da Uber, no entanto, a confidencialidade não é ruim e, em alguns casos, pode até ser benéfica para ambas as partes. Por outro lado, admitiu que em episódios de assédio sexual seja melhor que as vítimas busquem caminhos que desejarem.

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