Saída de co-fundador representa um perigo para o WhatsApp, diz New York Time

Para as fontes do jornal, a saída de Koum significa que o Facebook pode começar a vender os dados dos usuários e lucrar com a publicidade.

A saída de Jan Koum, co-fundador do WhatsApp, não se trata apenas de uma mudança estrutural da empresa, mas representa um grande perigo, segundo o jornal New York Times, que conversou com funcionários da companhia.

De acordo com a publicação, a relação de Koum com o Facebook, que adquiriu o WhatsApp, passou a estremecer após a rede social de Mark Zuckerberg passou a coletar dados dos usuários. Com as desavenças, ele decidiu abandonar a empresa.

“O respeito por sua privacidade está em nosso DNA, e construímos o WhatsApp em torno do objetivo de saber o mínimo sobre você”, escreveu Koum na época em que o Facebook fez a aquisição. “Se a parceria com o Facebook significasse que precisávamos mudar os nosso valores, não teríamos feito isso.”

Para as fontes do jornal, a saída de Koum significa que o Facebook pode começar a vender os dados dos usuários e lucrar com a publicidade.

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