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Repórter morre após acumular 159 horas extras; emissora japonesa confirma

A NHK divulgou o caso quatro anos depois, informa a agência AFP, pressionada pela família da jovem.

A repórter japonesa Miwa Sado, de 31 anos, morreu de ataque cardíaco após acumular 159 horas extras de trabalho, confirmou o canal estatal NHK. O caso ocorreu em 2013 e só agora emissora anunciou as mudanças de práticas de trabalho.

Em 2014, as autoridades locais constataram que a repórter morreu devido a quantidade de horas de trabalho. No mês que precedeu o falecimento, Miwa só teve dois dias de descanso.

A NHK divulgou o caso quatro anos depois, informa a agência AFP, pressionada pela família da jovem. No país, ela é uma das emissoras que é abertamente contra a prática, porém omitiu o episódio da própria funcionária, de acordo com informações.

“Lamentamos ter perdido uma excelente jornalistas e levamos muito a sério o fato de que foi detectado um vínculo entre sua morte e o trabalho”, afirmou o presidente da NHK, Ryoichi Ueda.

“Vamos continuar trabalhando a favor de uma reforma, com a ajuda de seus pais”, completou.

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