“A BRF não é o negócio da minha vida”, diz Abílio Diniz em despedida

Diniz afirmou que o conflito com os acionistas que culminou em sua saída foi uma coisa “normal do capitalismo”.

O empresário Abílio Diniz afirmou na última semana (sexta-feira, 27 de abril) que deixa a presidência do conselho de administração da BRF satisfeito. Ele admitiu, por sua vez, que a Operação Carne Fraca foi um desastre para a companhia.

“A BRF não é o negócio da minha vida. Não comecei a empresa como fiz no Grupo Pão de Açúcar. Mas enquanto estive feliz, fiquei. Mas já não tinha felicidade há um bocado de tempo. O clima difícil não me deixava feliz. Mas batalhei para ter os acionistas unidos e a ideia de indicar o Parente para a presidência foi minha. A BRF está preparada para crescer”, afirmou aos jornalistas em uma teleconferência.

Diniz afirmou que o conflito com os acionistas que culminou em sua saída foi uma coisa “normal do capitalismo”. “Quando vim para a BRF meu objetivo era transformá-la numa empresa global. Maior exportadora de frangos do mundo ela já era”, contou.

Ele também falou sobre o seu substituto, Pedro Parente. “Ele tem as características do cara ideal (para a presidência do Conselho da BRF). Tenho orgulho da pessoa que vai me substituir. Acredito que ele vai continuar valorizando as coisas boas que fiz.”

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